Hoje passei aqui...
Vim ler e perceber!
Perceber que a vida continua mesmo quando tudo parece virado do avesso.
Farás para sempre parte da minha história, a mais atribulada de todas. Nunca vou poder dizer que não foste muito importante e que por ti terei sempre um carinho especial.
Hoje leio isto e o coração nem bate, tenho uma memória ténue dos acontecimentos, não há angustia, não há nada por resolver e além disso sou muito mais feliz hoje. Tenho pena que talvez não sejas, custa-me saber que ainda hoje tens saudades. É tarde, muito tarde. Tiveste-me na mão e deixaste-me escapar. Teria arriscado tudo e tu nada fizeste. Doeu muito, mas aprendi a voar e a nunca esquecer que o meu principal sonho sempre foi ser feliz!
O nosso tempo e o tempo das coisas nunca se encontraram e só te quero dizer que as saudades que tens são uma perda de tempo.
Um dia amei-te, hoje simplesmente fazes parte da minha história...
segunda-feira, 27 de dezembro de 2010
quinta-feira, 24 de setembro de 2009
Outono de saudade...
Aqui estou nesta noite amena que nem lembra que já estamos no outono! Mais um outono e a mesma saudade! Hoje pergunto se vale a pena continuar nesta saudade e deixar-me estar, ou num acto de loucura arriscar..
Já fiz esta pergunta vezes sem conta e ainda não tenho a resposta. O racional e o irracional num confronto tremendo. Não sei, não queria ter de passar por esta questão. Mas em matéria de coração parece que nunca nos é dada a liberdade de escolher!
E aqui fico a ver o céu e as estrelas, de cabeça às voltas em mais um outono sem ti! Quantos outonos serão precisos?! Se no outono até as árvores se despem das folhas, porque não me dispo eu desta triste saudade?!
Com uma lágrima a invadir-me os olhos, com uma espécie de raiva que me revolta, pergunto: PORQUE NÃO ME ESQUEÇO EU DE TI, PORQUÊ?
Sem respostas que o outono ainda agora começou vou deitar-me, vou tentar desligar-me deste pensamento, mas vou sempre sentir a saudade do teu abraço. O que mais me revolta é saber que é recíproco. Talvez tenhamos o nosso outono, ou não....
Já fiz esta pergunta vezes sem conta e ainda não tenho a resposta. O racional e o irracional num confronto tremendo. Não sei, não queria ter de passar por esta questão. Mas em matéria de coração parece que nunca nos é dada a liberdade de escolher!
E aqui fico a ver o céu e as estrelas, de cabeça às voltas em mais um outono sem ti! Quantos outonos serão precisos?! Se no outono até as árvores se despem das folhas, porque não me dispo eu desta triste saudade?!
Com uma lágrima a invadir-me os olhos, com uma espécie de raiva que me revolta, pergunto: PORQUE NÃO ME ESQUEÇO EU DE TI, PORQUÊ?
Sem respostas que o outono ainda agora começou vou deitar-me, vou tentar desligar-me deste pensamento, mas vou sempre sentir a saudade do teu abraço. O que mais me revolta é saber que é recíproco. Talvez tenhamos o nosso outono, ou não....
terça-feira, 15 de setembro de 2009
Deixa-me
Hoje apeteceu-me voltar aqui...
Após uma longa ausência, após me distanciar do que me ligou a este espaço.
Mas este é um espaço que continua vivo e que faz parte de mim. Nesta ausência muitas coisas se passaram, momentos bons, momentos maus, alegrias, sorrisos, tristezas e a tua quase ausência...
Tentaste voltar devagarinho, tentaste tocar-me, tentaste usar tudo aquilo que sempre me fez ceder. Tentaste e por pouco não cedi uma vez mais! Se sinto a tua falta, se tive vontade de ceder? Ai se tive, só eu sei o que tive de lutar, só eu sei o que chorei, o que sofri....uma vez mais!!! Às vezes pergunto quanto mais tempo vou aguentar, és o único que consegue desafiar a minha racionalidade, és o único que me faz tremer, no fundo és também o único com quem não posso ficar!
O nosso tempo jamais será o tempo das coisas, mas o tempo que vivemos foi o melhor tempo de sempre. Quero que este tempo acabe, quero ficar só com a recordação, preciso do meu tempo. Procuro um tempo onde não estejas, onde o teu egoísmo não me puxe para a tentação. Quero um tempo sem tempo, um tempo que possa ser o tempo certo...se é que isso existe! Preciso de sair deste casulo e voar...
Preciso de paz, preciso que te lembres do quanto tens sido egoísta! Se gostas ou não gostas de mim não quero saber, se és feliz ou infeliz é problema teu! Deixa-me viver a minha vida, deixa-me chorar de uma vez por todas a tua ausência, deixa-me....
Após uma longa ausência, após me distanciar do que me ligou a este espaço.
Mas este é um espaço que continua vivo e que faz parte de mim. Nesta ausência muitas coisas se passaram, momentos bons, momentos maus, alegrias, sorrisos, tristezas e a tua quase ausência...
Tentaste voltar devagarinho, tentaste tocar-me, tentaste usar tudo aquilo que sempre me fez ceder. Tentaste e por pouco não cedi uma vez mais! Se sinto a tua falta, se tive vontade de ceder? Ai se tive, só eu sei o que tive de lutar, só eu sei o que chorei, o que sofri....uma vez mais!!! Às vezes pergunto quanto mais tempo vou aguentar, és o único que consegue desafiar a minha racionalidade, és o único que me faz tremer, no fundo és também o único com quem não posso ficar!
O nosso tempo jamais será o tempo das coisas, mas o tempo que vivemos foi o melhor tempo de sempre. Quero que este tempo acabe, quero ficar só com a recordação, preciso do meu tempo. Procuro um tempo onde não estejas, onde o teu egoísmo não me puxe para a tentação. Quero um tempo sem tempo, um tempo que possa ser o tempo certo...se é que isso existe! Preciso de sair deste casulo e voar...
Preciso de paz, preciso que te lembres do quanto tens sido egoísta! Se gostas ou não gostas de mim não quero saber, se és feliz ou infeliz é problema teu! Deixa-me viver a minha vida, deixa-me chorar de uma vez por todas a tua ausência, deixa-me....
quinta-feira, 23 de abril de 2009
Recaída
Tal como nas gripes em que pensamos estar curados, também nos sentimentos temos recaídas! O mal é que enquanto para os vírus conhecidos há moléculas eficazes para combatê-los, nos sentimentos é bem mais complicado. Achava que já estava curada e imune até, estava em paz! Descobri hoje que não! De lágrima no olho vejo-me forçada a admitir que não esqueci, vejo-me forçada a não conseguir negar-me os sentimentos. Estou triste, pensava mesmo que eras passado e bastou-me uma imagem para quebrar todas as minhas certezas. Resta-me conseguir esquecer, resta-me sofrer um pouco mais até passar, resta-me pensar que no fundo isto é somente o resto daquilo que podia ter sido...
Uma imagem e as certezas que achava ter evaporaram-se como que por magia, recaí, diria até que cai e vou ter de me voltar a erguer...
Uma imagem e as certezas que achava ter evaporaram-se como que por magia, recaí, diria até que cai e vou ter de me voltar a erguer...
sexta-feira, 3 de abril de 2009
Atitudes
Nem sempre sabemos porquê e quando aparecem na nossa vida. Sabemos que uns vão e outros ficam. Muita coisa influencia este resultado, mas parece-me que a grande diferença entre os que ficam e os que vão está nas atitudes! Essas definem, sem dúvida nenhuma, quem vai e quem fica. Há amigos de ocasião, amigos de dias, meses e amigos para a vida. E para aqueles que as atitudes provam que, afinal, não são grandes amigos, é mesmo como tu dizes: temos pena, voçês é que ficam a perder! Porque a amizade é preciosa e alimenta-se, conserva-se e faz-nos tão felizes!
domingo, 29 de março de 2009
Make love
Porra! Quem é que se lembrou de me acordar tão cedo. Maldito telemóvel, logo hoje que eu tinha prometido dormir um bocadinho mais. Lá atendo, mesmo sem me dar ao trabalho de ver quem me liga, nem quero abrir os olhos. Sim! Lá digo eu! Do outro lado o meu amigo das aventuras. Mas que queres tu a esta hora, pergunto. Desculpa amiga, mas tinha mesmo de te ligar! Com um raio, este gajo tem cada uma, o que será agora?! Bom amiga, lembraste daquela conversa que tivemos à uns dias? Sim, aquela em que me respondeste que sexo era sexo, e pronto!? Isso mesmo miúda! Responde-me.
E porque razão te lembras de me ligar agora por causa disso, pergunto. Pois, porque realmente vocês mulheres têm quase sempre razão, afinal há uma grande diferença entre sexo e fazer amor! Ai amigo, não me digas que descobriste a pólvora. Claro que há uma grande diferença, o ideal é mesmo alternar-se entre o fazer "o amor" e sexo, mas sempre com alguém que para além disso partilhe muito mais. Isso sim é perfeito! Mas pronto, conta-me lá tudo! Blah...blah...durante uns bons 50 minutos e lá chegamos à conclusão de que o que queremos mesmo é fazer "o amor"...
E porque razão te lembras de me ligar agora por causa disso, pergunto. Pois, porque realmente vocês mulheres têm quase sempre razão, afinal há uma grande diferença entre sexo e fazer amor! Ai amigo, não me digas que descobriste a pólvora. Claro que há uma grande diferença, o ideal é mesmo alternar-se entre o fazer "o amor" e sexo, mas sempre com alguém que para além disso partilhe muito mais. Isso sim é perfeito! Mas pronto, conta-me lá tudo! Blah...blah...durante uns bons 50 minutos e lá chegamos à conclusão de que o que queremos mesmo é fazer "o amor"...
sexta-feira, 27 de março de 2009
Todos diferentes...
Quando estes três "encalhados" se reunem já se sabe que mais tarde ou mais cedo o tema sexo vai chegar à conversa! Deve ser aquela máxima que nos leva a falar sempre daquilo que desejamos! Confessamos sem pudor que realmente pensamos algumas vezes no assunto e que no fundo temos saudades de um bom momento de prazer. Claro está que o elemento masculino presente responde imediatamente que nós somos muito parvas. Que o sexo está sempre na mão das mulheres e que se não temos uns bons momentos de prazer é porque não queremos, que se fosse "gaja" não se queixava de certeza. A discussão sobe de tom,e obviamente, ele tem alguma razão, mas sinceramente se ele fosse uma mulher seria uma valente puta. Na verdade o sexo banalizou-se, não há pudor, nem tem de haver, o prazer não é para se negar, disfruta-se! Continuamos a conversa e ele é obrigado a dar-nos razão no ponto essencial: sexo é realmente muito bom mas tem de fazer algum sentido. O prazer, a satisfação imediata, sem qualquer afecto é boa só no momento, depois pode tornar-se numa tormenta, é o satisfazer quase irracionalmente um desejo, é quase primário e pode ser uma excelente aventura, mas as mulheres pensam demasiado, não sabem gerir emoções fortes de uma só noite! Para as mulheres tem de existir partilha, tem de haver sentimento para ser realmente gratificante. Se isso não existir pode ser somente bom, mas para ser bom não preciso de ajuda, se é só para ser bom eu sou suficiente.
Depois deste grandioso momento chegamos à conclusão que todos somos muito diferentes. O elemento masculino, como bom macho, procura uma qualquer femea para espalhar toda a sua virilidade, sem grandes afectos e conversas, que sexo é sexo! As meninas são mais exigentes, não lhes apetece trocar fluidos com qualquer um, apetece-lhes muito, mas também lhes apetece poder recordar o momento e atribuir-lhe algum significado. Depois vem o timming perfeito, que basicamente podia ser para ontem. Para o "gajo" seria logo ao acordar, que de manhã é que se começa o dia, ainda na cama. Para a "encalhada" morena seria antes de adormecer e a terminar num bom abraço. Para a "encalhada" loura seria entre a hora do lanche e o jantar, num inesperado, que rotinas e sítios definidos não são com ela. Ali entre o final da tarde e o início da noite, num momento que terminaria com um sorriso e um abraço apertado...
Depois deste grandioso momento chegamos à conclusão que todos somos muito diferentes. O elemento masculino, como bom macho, procura uma qualquer femea para espalhar toda a sua virilidade, sem grandes afectos e conversas, que sexo é sexo! As meninas são mais exigentes, não lhes apetece trocar fluidos com qualquer um, apetece-lhes muito, mas também lhes apetece poder recordar o momento e atribuir-lhe algum significado. Depois vem o timming perfeito, que basicamente podia ser para ontem. Para o "gajo" seria logo ao acordar, que de manhã é que se começa o dia, ainda na cama. Para a "encalhada" morena seria antes de adormecer e a terminar num bom abraço. Para a "encalhada" loura seria entre a hora do lanche e o jantar, num inesperado, que rotinas e sítios definidos não são com ela. Ali entre o final da tarde e o início da noite, num momento que terminaria com um sorriso e um abraço apertado...
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